Por
orientação da
Comissão Técnica Nacional de
Biossegurança, 16 mil hectares
de lavouras de algodão transgênico
pirateado, já interditados pelo
Ministério da Agricultura, serão
destruídos.
O
extermínio será químico e mecânico
nas lavouras das 20 propriedades que
estavam utilizando sementes
modificadas geneticamente e
contrabandeadas, principalmente do
Paraguai e Argentina. As plantações
são em propriedades do centro-oeste
e nordeste do país.
O
setor de fiscalização do ministério
informa que a área com plantio de
sementes de algodão contrabandeadas
pode chegar a 200 mil hectares.